DiCaprio Pós Maturidade


     7.8.10
    
Inception (A Origem)


O sonho é real. Inception é o melhor filme do ano e um dos melhores da década. Pode ser exagero para alguns, porém, verdade para outros.

Nolan, com um elenco de luxo, nos presenteia com um filme original que faz o espectador pensar.
A sinopse (que pode ser lido por qualquer site por aí) é bem simples, mas o filme se mostra mais complexo. A verdade é que não é tão difícil de se entender se for visto com uma atenção apurada.

Nolan, genialmente, coloca Ariadne como a personagem que seria como o espectador por causa das tantas perguntas que faz a Cobb (DiCaprio) e ao resto da equipe. Chega num momento do filme que ela pergunta: "Espera aí. Estamos entrando no subconsciente de quem mesmo?"

Não vejo isso como sinal de desrespeito à inteligência do espectador por parte de Nolan, já que a partir de certo momento não nos deparamos com mais explicações.

As atuações são ótimas, sem exceção. Joseph Gordon-Levitt e Tom Hardy dão um tom cômico (mas não exagerado) e Michael Caine mostra sua total competência, mesmo que seja apenas por alguns minutos.

É uma realidade que está bem na nossa frente: Leonardo DiCaprio é um dos melhores atores dos últimos anos. E não digo da sua geração... Afirmo que é um dos melhores atores da atualidade. Suas escolhas são perfeitas. Desta vez ele interpreta Cobb, um agente especializado em roubar ideias dentro do sonho. A personalidade de Cobb comparada a de Teddy Daniels (Shutter Island - Ilha do Medo) é bem parecida, entretanto, em Inception sua atuação é mais contida. DiCaprio simplesmente pegou a mesma linha de personalidade dos personagens, porém, fez com que sua "variante" (se podemos falar assim de atuações) mudasse.

Outro destaque do filme é a trilha sonora feita por Hans Zimmer. A trilha dá uma personalidade para a ideia, ou seja, a ideia de invasão de sonhos se torna uma realidade fazendo que o espectador acredite que aquilo é possível. Em outras palavras: Zimmer faz com que sua trilha sonora seja como uma "luva" dando mais realidade ao filme. E sabemos que Nolan ficou mais que satisfeito com o resultado, já que é um fanático por realismo. Um exemplo de inspiração da trilha é quando toca "Non, Je Ne Regrette Rien" de Piaf, sendo que a própria música está no contexto do filme. Uma cena de gênio tanto para Nolan quanto para Zimmer. Belíssimo!

A edição de Lee Smith é primorosa. Imagina como deve ser sido difícil fazer uma edição coerente e precisa de sonhos dentro de sonhos? Além de ter esse mérito, destaco a parte final que possui uma tensão absurda onde ocorrem os "chutes" sincronizados. É simplesmente maravilhoso assistir aos segundos e milésimos de segundos que antecedem os "chutes", especialmente os takes em câmera lenta.

Inception é para ser visto e revisto. Isso não se tem dúvidas.

Take final brilhante.

SPOILER: Nolan poderia ter mostrado Saito pegando a arma e matando Cobb e ele mesmo, poderia mostrar as crianças mais velhas e também poderia mostrar o totem de Cobb cair... Então por que não mostrou nada disto? Simples: O diretor apenas optou por um final duvidoso e aberto. Por que "entregar de bandeja" tudo que ele mesmo criou e explicou de uma forma minuciosa? Como o próprio trailer diz: "Qual é o parasita mais resistente? Uma ideia."
E é essa ideia resistente que será o legado de Inception.

" Dreams fell real while we're in them. It's only when we wake up that we realize something was actually strange. "


Jonatas Rueda

  14:54


     11.11.08
    
11 de novembro


11 de Novembro de 1974. Nasce uma futura estrela. Um garotinho bochechudo, descendente de mãe alemã e pai italiano, nome de pintor renascentista. Leonardo Wilhelm DiCaprio.

Os anos passam, o garotinho loirinho cresce. Começam a vir os comerciais, séries de TV, filme trash (Criaturas 3)... até que finalmente, em 1992, Leonardo consegue o papel de Toby em O Despertar de um Homem, atuando ao lado de ninguém menos que Robert De Niro. O filme estreou no ano seguinte, e não demorou até que viesse os elogios e mais filmes desafiadores. Arnie Grape lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, como melhor ator coadjuvante e, mesmo não tendo levado o prêmio para casa, até hoje dizem que DiCaprio fez uma das melhores interpretações de deficiente mental que o cinema já viu.

Por trás das câmeras e tentando fugir dos primeiros flashes da fama, DiCaprio era apenas Leo, um garoto de 19, 20 anos, que tinha sonhos, vontades e hobbies como qualquer outro garoto da sua idade. Curtir a vida com os amigos, conhecer garotas, etc.

Alguns filmes depois e desenvolvendo cada vez mais seu talento, veio o grande navio que elevou seu nome a níveis inimagináveis. Como se já não bastasse a fama e uma boa quantidade de fãs conseguidos com projetos como Romeu + Julieta e Diário de Um Adolescente, Titanic proporcionou a DiCaprio uma experiência pela qual poucos atores realmente talentosos passaram em vida. Embora não tenha tido sua atuação no filme reconhecida com uma indicação ao Oscar, de repente Leonardo se viu cercado; cercado de fãs histéricas em todo o mundo berrando seu nome e colecionando toneladas de fotos e reportagens; cercado de jornalistas e paparazzi sempre que colocava os pés fora de casa. A 'Leomania' foi algo histórico e durou alguns anos, fazendo com que o ator optasse por férias após mais dois projetos que não corresponderam as expectativas da crítica, fãs e, acredita-se, sequer dele mesmo.

Tudo estava fora de controle. Era preciso deixar a poeira baixar, arrumar sua vida pessoal, crescer... Escolher projetos que realmente valessem a pena. Foi exatamente o que ele fez. E foi aí que um italiano-americano baixinho e de óculos chamado Martin Scorsese entrou na vida de DiCaprio.

"Após os 30 anos de idade, Leonardo DiCaprio abandona sua face de adolescente delicado: eis um homem maduro, cujo semblante é o resultado de uma atuação fervorosa."

Gangues de Nova York foi o primeiro filme da parceria. As opiniões foram divididas, mas a crítica começou a despertar novamente para o talento de DiCaprio. Ele não era apenas o carinha bonito de Titanic, afinal. Ele tinha algo a mais. Estava amadurecendo, não só fisicamente, mas artisticamente também. Prenda-me Se For Capaz deu mais uma ajudinha nessa percepção. Mas O Aviador foi o filme decisivo. Mais uma vez um transtorno psicológico/mental (dessa vez Howard Hughes com seu Transtorno Obsessivo Compulsivo) leva o nome de Leonardo à nata do cinema americano. Perdeu o Oscar para Jamie Foxx (OP: injustamente!), mas... E daí? Pouco depois veio mais uma indicação, que novamente não passou disso. (Agora, pesquisem o nome de atores que conseguem tantas indicações em curto espaço de tempo: você vão achar Meryl Streep. Vão achar Kate Winslet - que também não levou até hoje. Na ala masculina, Tom Hanks. Russell Crowe.)

Com o nome consolidado entre os melhores de sua geração, DiCaprio mostra a cada dia que os anos só lhe fizeram bem. Defensor da natureza, preocupado com o futuro do planeta, ele participa de projetos de conscientização da população e preservação do meio ambiente. Mais uma atitude madura e inteligente desse ator que hoje chega aos 34 anos de idade, cada dia surpreendendo a todos nós com seus personagens, seu caráter e sua paixão pela vida e pela profissão.

"Se o Titanic jamais tivesse acontecido, DiCaprio ainda assim seria visto como um dos melhores e mais versáteis atores de sua geração." - Dominic Wills.



Parabéns, Leonardo!




Roseana M.
colaboração de Cristiano Contreiras

  12:53


     16.10.08
    
Revolutionary Road


Está cada vez mais próximo. E a cada nova foto, trailer, a ansiedade dá saltos em nossos estômagos de fanzóides.

Há pouco mais de um mês, foi realizada uma exibição teste de Revolutionary Road e um super-sortudo que estava presente postou em seu blog alguns detalhes sobre o esperadíssimo filme.

Na crítica ele diz que é um filme artísticamente muito bem feito, com performances poderosíssimas; que Leonardo DiCaprio tem uma atuação de força memorável "do tipo que apenas se consegue dos melhores atores". DiCaprio usa seu rosto expressivo brilhantemente em favor de Frank Wheeler, sua personagem. Apesar de ter mostrado grande talento em O Aviador, Diamante de Sangue e Despertar de um Homem, agora veremos uma camada totalmente diferente de Leonardo. Não uma transformação física, mas interna. "Facilmente a melhor atuação de sua carreira. Uma performance de grande intensidade e profundidade emocional, que posso dizer sem hesitar, será lembrada por várias gerações". A química entre Kate Winslet, também bastante elogiada, e DiCaprio lembra o que houve entre Liz Taylor e Richard Burton em Quem Tem Medo de Virgínia Woolf?, filme de 1966. "Você não consegue tirar os olhos deles".

Tenho certeza de que não tiraremos, mesmo.


Roseana M.

  23:56


     16.6.08
    
The Departed (Os Infiltrados) -- 2006



Se fizermos uma lista dos melhores filmes policias, na maioria das listas estará alguns filmes, como : Pulp Fiction de Quentin Tarantino, Um dia de Cão com o famoso Al Pacino ou até mesmo o tétrico Seven com Brad Pitt. Desde 2006, outro filme policial que ganhou muito destaque foi o realista Os Infiltrados que mostra a enraizada violência da sociedade americana.


O filme começa com muita inteligência. Neste filme, tudo se encaixa perfeitamente e com uma narrativa perfeita, explorando todas as possibilidades da história e conta com uma perfeita direção e principalmente um elenco de primeira. O que chama atenção neste filme moderno, é que o filme não utiliza muito sangue e tiro, o que é muito comum nestes filmes policiais de hoje, mas todo o verdadeiro cineasta conhece a capacidade de Scorsese, ele prefere desenvolver a história e os personagens do que a violência ao extremo. O resultado disto tudo é um filme perfeito e realista, com muitas mentiras e traições.


A tensão que Scorsese nos mostra, mantém-se sempre no limite, dando impressão de que algo pode acontecer a qualquer minuto. Esta tensão é reforçada quando se percebe a naturalidade com que aquelas pessoas lidam com a violência. Assim, os perigos pelos quais passam os personagens de Sullivan (Matt Damon) e Costigan (Leonardo DiCaprio) parece realmente palpável, mantendo a tensão à flor da pele.


Sabendo, talvez, que apelar para a violência seria definir o fim de suas jornadas, os personagens vêem-se em situações complicadas nas quais precisam utilizar o cérebro e pensar rápido para escaparem com vida. Este fato, mostra que Os Infiltrados é extraordinário e que se diferencia da maioria dos filmes do gênero. Como já disse, o filme é mais inteligência do que violento, e como forma de sobreviver, Costigan e Sullivan usam a inteligência como forma de antecipar o passo do outro, como estivesse em um jogo de gato-e-rato genial. Quando a violência aparece, não é por aparecer, e sim como a única forma possível de sobreviver.


Os personagens são o ponto principal e mais interessante do filme. Até os personagens coadjuvantes não aparecem só por aparecer, e sim eles expõem suas motivações claramente, nos mostrando que são pessoas reais.


Leonardo DiCaprio assume o personagem com uma fúria até então desconhecida, conseguindo realçar o medo de Costigan junto a uma constante irritação, parecendo sempre a ponto de explodir. Sullivan já mostra ao espectador que é uma pessoa muito controlada e confiante. Sua confiança é tanta que em certo momentos parece que Sullivan vai desafiar Costello, o ''chefão da parada''. Matt Damon brilha ao mostrar que esta confiança está quebrada, transmitindo vulnerabilidade e insegurança, porém, a estrela do filme é Jack Nicholson, sem dúvida. Mesmo com o elenco tão qualificado, Jack continua como o grande astro, em torno do qual todos os outros orbitam. Tanto que as melhores falas são dele, e principalmente, é ele quem abre o filme. Exibindo magnetismo, Jack Nicholson constrói um personagem que respira perigo. Violento e pervertido, Costello trata a violência como uma coisa totalmente normal.


Mesmo com DiCaprio, Damon e Nicholson, o filme conta com uma série de ótimas atuações. Um exemplo é Mark Wahlberg que só não rouba as cenas em que aparece porque todo o elenco está ótimo. Martin Sheen transmite seriedade no papel do chefe de polícia, ao mesmo tempo que em Ray Winstone ganha destaque como o braço direito de Costello.


O roteiro cria ótimas situações, transformadas em cenas perfeitas e com total harmonia. Uma cena que me chamou bastante atenção é aquela na qual Sullivan telefona para Costigan e ambos ficam em total silêncio. A construção da tensão por Scorsese e a própria reação dos personagens foram absolutamente perfeitas.


Outro ponto maravilhoso do filme é a Edição (que por sinal ganhou o Oscar) feita por Thelma Schoonmaker. Ela está há muitos anos com Scorsese, e para mim foi um dos melhores trabalhos dela. Reparem como diversas cenas que certamente funcionariam isoladas são editadas como se fossem simultâneas, conseqüentemente aumentando a tensão e dando mais fluidez à obra.
O filme conta também com um final impressionante, e mostra que um filme de qualidade, também tem que ser, de certa forma, imprevisível. O filme nos mantém preso por duas horas e meia, e nos mostra o que é um verdadeiro filme policial, conseguindo extrair todas as possibilidades da história.


Os Infiltrados ganhou 4 Oscars (Melhor filme, diretor, roteiro adaptado e edição), e ainda foi indicado na categoria de melhor ator coadjuvante (Mark Wahlberg).


Jonatas Rueda


  14:43


     17.4.08
    
O primeiro salto de Roger Ferris


Um pessoal que participa do fórum do IMDB foi a uma mostra gratuita do filme "Body Of Lies" no dia 15 de Abril. Às perguntas feitas pelos colegas de fórum, um deles respondeu:

É bom? Vale Oscar?

É muito bom, ótimo entretenimento. Mas não exatamente um filme para Oscar.

Como é a performance do Leonardo? Vale Oscar?

Ele está bem, num jeito bem DiCaprio. Sólido, mas não vale Oscar.

E o Russell [Crowe]? Como ele está?

O tempo de cena dele é limitado, mas está maravilhoso. Ele e DiCaprio têm ótima química. Eu na verdade acho que, se houver alguma indicação ao Oscar, ela será de Crowe e Mark Strong, que também está excelente como o chefe do serviço secreto jordaniano.

Por que você acha que ele terá a censura ‘Rated R’*?

Algumas cenas terríveis de dedos sendo cortados, pessoas explodindo e tortura. Uso liberal da palavra “f_ck”.

...

Disseram também que não viram nenhuma cena da esposa de Roger Ferris (DiCaprio), que consta no elenco ser vivida pela atriz holandesa Carice Van Houten. Ela é apenas citada, algumas vezes.

Lembrando que o que é visto nessas projeções gratuitas meses antes do lançamento do filme ainda é uma versão "verde", que provavelmente será melhorada, servindo a mostra como um teste.

* No Brasil, seria 16 ou 18 anos.

- Foto retirada do site JustJared.com


Rosie M.


  16:35


     5.4.08
    
The Aviator (O Aviador ) -- 2004


Como já disse anteriormente, O Aviador é o melhor filme da carreira de DiCaprio, principalmente se estamos falando de atuação. Ele faz o papel de Howard Hughes, um americano que fica milionário com apenas 18 anos. Howard usa todo esse dinheiro principalmente para as suas duas paixões : O cinema e a aviação. E Howard possuia sérios problemas mentais, ele lavava as mãos constantemente e achava que tudo estava contaminado por bactérias.

O filme é lento, mas ganha consistência a cada cena, o que só acontece graças ao diretor Martin Scorsese, que foi um dos grandes nomes do filme. Outro grande nome no filme é Cate Blanchett (Vencedora do Oscar de Atriz Coadjuvante) que faz o papel de Katharine Hepburn, uma mulher corajosa e com uma personalidade fora do comum. DiCaprio e Blanchett formaram um belo casal, foram perfeitos em todas as cenas que atuaram juntos.

A parte técnica é uma coisa que não pode colocar defeito, a fotografia principalmente. Lembro de uma cena que me chamou muita atenção : Quando Howard e Katharine estão no avião, ele a vê bebendo leite, a imagem ganha muito mais luz, como se ele estivesse vendo a mulher mais perfeita do mundo. A direção de arte é muito boa, aliás, um filme que tem uma boa fotografia, provavelmente terá uma boa direção de arte.

Talvez o defeito para alguns, seja a perfeição para outros. Como assim? Se você já reparou, o filme não possui clímax, ou seja, o filme não possui o ápice. O motivo para isso? Scorsese não queria emocionar o público, queria apenas mostrar em cada cena a complexidade da personalidade de Howard Hughes.

Agora a parte final, a atuação de Leonardo DiCaprio : Uma atuação fervorosa e ao mesmo tempo psicótica. O personalidade é tão cicatrizante que DiCaprio teve que alterar sua voz. O filme no começo mostra ele com 18 anos, e ao longo do filme ele vai envelhecendo. Para mim, esse foi o grande trunfo do filme, Scorsese prefiriu mostrar quase toda sua vida, ao invés de mostrar apenas uma fase. Então a cada momento que ele envelhece, o telespectador repara as mudanças mentais e físicas do personagem. Uma das cenas sobre a mudança do personagem é quando Hughes acaba de bater o recorde de velocidade em um certo avião, então ele chega em casa e fala com Katharine : '' Não sei... Eu vejo coisas, às vezes eu acho que estou ficando louco. ''

A coisa mais fantástica no personagem, é que ele é tão doido e ao mesmo tempo tão genial. Howard enfrentou o governo. Criou, comprou, vendeu aviões. O Aviador não é só um filme dramático, é um filme que mostra que o humano não tem limitações e o que basta é acreditar que você pode.


Jonatas Rueda

  00:42


     18.3.08
    
é, cadê o careca?


Apesar de sabermos que essa coisa toda de Oscar e todos esse prêmios não são muito mais do que pura politicagem, qual o fã de Leonardo DiCaprio não quer que ele leve seu careca pra casa?

Ano que vem, como o Jonatas disse, temos “Revolutionary Road”, de Sam Mendes, e “Body Of Lies”, de Ridley Scott. Dois grandes diretores, indiscutivelmente. O resto do elenco também é de altíssima qualidade em ambos os casos. Os roteiros e os personagens me parecem bons também – posso falar com certeza apenas do de “Revolutionary Road”, que li e gostei muito do que vi.

Body Of Lies”, que deve chegar ao Brasil ainda esse ano, conta a história de um ex-jornalista que é contratado pela CIA para ajudar a encontrar um integrante da Al Qaeda.

Revolutionary Road” conta com Kate Winslet no elenco (e agora, mais ainda, quem não quer que eles levem os seus carequinhas no mesmo ano? Que promoção para a Academia!), além de Kathy Bates e outros nome menos conhecidos, porém não menos talentosos. Trata-se da história de um casal suburbano e seus conflitos e demônios internos, desejos, vontades, sonhos e frustrações.

Pessoalmente, acho que o segundo faz mais o estilo da Academia, tanto para indicações de Melhor Ator (pai-de-família-que-odeia-o-emprego-e-tenta-agradar-a-esposa-como-pode, careca dourado nele!), quanto para Melhor Filmes (que já é outra história, mas..). Até quando os Velhinhos-da-Academia vão se negar a fazer justiça?

Muitos dos sites de previsões estão colocando DiCaprio pelo menos no Top 6 possíveis indicados. Uma previsão mais certa só é possível depois de alguns meses, acredito que a partir de Outubro sente-se melhor o buzz.

No Oscar Jam, por enquanto, temos o seguinte:

Melhor Ator:
1. Benício Del Toro, por The Argentine/Guerilla
2. Leonardo DiCaprio, por Revolutionary Road
3. Sean Penn, por Milk
4. Frank Langella, por Frost/Nixon
5. Brad Pitt, por The Curious Case of Benjamin Button

........................................................
6. Hugh Jackman, por Australia
7. Daniel Craig, por Defiance
8. Ralph Fiennes, por The Reader
9. Will Smith, por Seven Pounds
10. Sam Rockwell, por Choke

xxx

Ano que vem...

Lá vamos nós de novo, agora torcer pra Leo levar o seu (segundo? Ou não..) Oscar por mais uma parceria com Scorsese em “Shutter Island” (ou “Ashecliffe”, não se decidem nunca!).

Notícias? Nada demais...

Terminaram de filmar em Tauton (falta apenas refilmar umas cenas, dia 19), e agora foram para Medfield, onde tem o hospital psiquiátrico que servirá como Ashecliffe. Nenhuma foto dos atores principais, apenas da produção e dos figurantes, aqui.



Rosie M.


  21:22


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cristiano contreiras
roseana marinho
jonatas rueda


 



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